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Imaculada Conceição da bem-aventurada Virgem Maria |
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Deus tem necessidade de uma mãe e pede à Maria para se tornar o ventre, que o doa ao mundo. Ela aceita com medo, mas também com muita confiança. Com o seu “eis-me aqui a serva do Senhor” (Lc. 1, 38), permite que a esperança renasça no mundo. Com Maria Imaculada, que abre o coração a Deus, interrompe-se uma longa cadeia de pecados e de rebeliões e nasce a aurora de uma nova fidelidade ao Pai. “Um broto vai surgir do toco que restou de Jessé (Is. 11,1)e nasce Aquele que será a bênção para a humanidade de todos os tempos. O itinerário de Maria é também o nosso. Se com a nossa radical disponibilidade a Deus permitirmos que Cristo Jesus viva em nós, seremos bênção, alegria, esperança para todos aqueles que encontrarmos no nosso caminho. A adesão ao projeto de Deus transformará a nossa vida e a humanidade.(AB) |
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Comunicar esperança Em Cristo descobrimos a impressionante novidade que anunciamos ao mundo. O seu Evangelho mostra a cada homem e a cada mulher a esperança para o caminho futuro. Sem visão do futuro não pode haver esperança, assim como sem esperança não há futuro. Uma comunicação que não transmitir essa visão ficará à mercê da história que a cada dia nos renova e que requer novas encarnações para poder participar ativamente das suas transformações. A esperança que queremos comunicar talvez seja inexprimível por simples palavras, mesmo se envoltas em grande beleza, luzes e cores, imagens e sons propostos pelos modernos instrumentos de comunicação. Pelo fato de a esperança ser um “ainda não”, um lugar em que floresce alguma coisa positiva que provoca alegria e estupor, alguma coisa eloqüente e esplêndida, é ao mesmo tempo algo extremamente frágil, que precisa ser cuidado e cultivado. É uma realidade relacional e, portanto, de comunicação, mas também de vida. É uma realidade que pode resplandecer também na dor e na angústia que, muitas vezes acompanham os nossos dias. A esperança nos leva a volver o olhar para dentro de nós e a ver as causas dos acontecimentos que caracterizam os nossos dias, a olhar para frente, porque a esperança é como a profecia que incide na história, é desejo irrefreável de avançar, é êxodo e anseio de encontro, de superação das barreiras e das marcas, capacidade de ver o novo, de andar onde “a justiça e a paz se oscularão” (Sl 85, 11). É o grito cruzado do homem e de Deus, o qual, como diz Martin Buber, “não se equilibra em sua criação, mas a abraça”. (MAQ) |
Maria, mãe da esperança “Nuvem” de misericórdia, “Filha” dos pobres, “Carta”, |
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